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Cirurgia do câncer de pele

A principal causa do câncer da pele é a exposição solar. Os tumores ocorrem com mais frequência em indivíduos com pele, cabelos e olhos claros ou ruivos, que são mais sensíveis à exposição ao sol. Nas regiões em que a radiação solar é mais intensa, encontra-se também a maior incidência de câncer da pele. Por isso, é importante que os indivíduos que já tiveram a doença se protejam da exposição excessiva ao sol.

Filtro solar

O filtro solar deve ser aplicado pela manhã e reaplicado ao longo do dia. Entre os vários tipos de filtros disponíveis no mercado, os mais indicados são aqueles com proteção UVA / UVB, com fator de proteção (FPS) 30 ou superior.

Em situações de exposição solar excessiva – trabalho ao ar livre, caminhadas, praia, prática de esportes – deve-se reaplicar o protetor solar de duas em duas horas. Nessas ocasiões é recomendado o uso de chapéu ou boné, viseiras e óculos escuros.

A maioria dos protetores solares sai na água e devem ser reaplicados após a prática de natação, banhos de mar, piscina, cachoeira, etc. O mesmo ocorre com exercícios físicos intensos e perspiração excessiva.

O paciente não deve restringir suas atividades, ter medo de sol nem mudar seu estilo de vida, mas sim se proteger da exposição excessiva.

TRATAMENTO CIRÚRGICO

O tratamento do câncer de pele é essencialmente cirúrgico na maioria das vezes. Para o carcinoma basocelular e espinocelular o tumor já é retirado com uma margem de segurança entre 0,3 e 1 cm.

Já no melanoma, inicialmente é feita uma retirada apenas com margem de 2 mm para confirmar o diagnóstico e verificar a profundidade do tumor, o chamado Ìndice de breslow.

Uma segunda cirurgia é então realizada para retirar uma área adicional de pele ao redor da cicatriz da primeira cirurgia.  A ampliação da margem vai variar entre 0,5 cm e 2 cm, a depender da profundidade verificada no Índice de Breslow.

O tratamento não cirúrgico, como a crioterapia, curetagem e eletrocoagulação, terapia fotodinâmica e medicamentos como o Efurix® e Picato® pode ser realizado apenas em alguns casos de lesões pré-cancerosas, como as ceratoses actínicas ou em casos selecionados de carcinomas basocelulares superficiais e carcinoma espinocelular in Situ, como a Doença de Bowen.

Existem diversos tipos de câncer de pele, mas entre os mais frequentes e importantes temos: