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Destak Jornal: Dezembro é o mês de esclarecimento sobre o câncer de pele

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que, até o final do ano, o Brasil terá somado 6.260 de câncer de pele – 2.920 em homens, e 3.340 nas mulheres. É para chamar a atenção para o diagnóstico precoce e a prevenção desse mal que foi instituído o Dezembro Laranja.

“A informação é fundamental para que as pessoas se conscientizem e observem cada vez mais possíveis pintas que surjam na pele, e que se desenvolvem. Ao notar essa anormalidade, é fundamental procurar o dermatologista para avaliar o caso”, alerta o dermatologista Luciano Morgado, da clínica Monte Parnaso, de Brasília.

Segundo o especialista, o mapeamento corporal é um dos exames mais eficazes para identificar o câncer de pele.

“Com ele, é possível diagnosticar precocemente a doença, aumentando as chances de cura. O exame identifica o câncer por meio de fotografias macro (corporais) e microscópicas das lesões”, explica.

O mais frequente

O carcinoma basocelular, de acordo com o médico, é um tipo frequente da doença, com 65% dos tumores de pele acometendo mais pessoas acima de 40 anos. A incidência também é maior entre indivíduos de pele clara.

“Os fatores de risco mais comuns são a exposição solar por longos períodos e sem proteção, queimaduras, e histórico da doença na família”, acrescenta Morgado.

Sinais da doença

Já os sinais na pele que podem indicar a doença incluem: pequenas pápulas (carocinhos) que sangram com facilidade, coloração avermelhada ou perlácea, presença de vasinhos na superfície da pele, e feridinhas que não cicatrizam.

“O carcinoma é o tipo da doença mais comum, e corresponde a cerca de 20% dos tumores de pele. Já o melanoma é o tipo mais perigoso, com maior incidência de metástase, levando, em muitos casos, o paciente a óbito”, afirma Luciano Morgado.

O melanoma, de acordo com o médico, é mais frequente em mulheres. A lesão é similar a um sinal comum da pele, de cor escura.

“Enquanto nos homens esses sinais são mais comuns no tronco, nas mulheres, aparecem nas pernas”, explica o dermatologista, acrescentando que o tratamento para a doença é o cirúrgico.


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